quinta-feira, junho 24

esqueci o teu repugnante cheiro a amor. esqueci o voltar para os teus braços pedrosos e o sabor dos teus mecânicos beijos. do teu jeito, ficaram silêncios entre espaços poeirentos em forma de nojos e materializados num corpo em alma inanimada. sabes o que isso é? não sabes nada.


























1 comentário:

  1. por outro lado, se esquecer, o lado da repugnância apaga-se.
    E não queremos voltar ao mesmo pois não?

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