terça-feira, junho 14


não quero outra coisa se não ver a tua cara quando me abrires a porta.
espero pelo momento em que estranho de novo a tua vida.
o cheiro da sala,
os passeios do cão,
as minhas mãos irrequietas afundadas na timidez do teu corpo.

não pode ser amanhã,
já não existe amanhã,
que amanhã é tarde e distante.






cartas de amor.

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